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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Disciplina!

A disciplina, a par da educação, é algo raro em algumas pessoas. Quando falo em disciplina refiro-me a vários aspectos: seja o comportamento, empenho, tempo de estudo, cuidado com os materiais, etc.

Não gosto nada de falar alto ou berrar, mas por vezes tem mesmo que ser e começo a aperceber-me da necessidade de "bater o pé" e ser teimosa nas decisões que tomo. Custa-me quando vejo alguns míudos a atirarem os livros para dentro da mochila, a virar as páginas com força, a riscarem à toa... Adoro livros e acho que devem ser apreciados e cuidados. Ainda por cima, os pais gastam tanto dinheiro em livros... mereciam um pouco mais de respeito. Uso sim, estragar não.

 

Por me deparar com esta falta de cuidado e disciplina, e como futura professora e educadora de parte de uma nova geração, decidi ler sobre o tema.

 

No Domingo o tédio era tanto que decidi ir ao shopping e comprar dois livros. Bem, primeiro devo dizer que estava cheio de gente. Parecia Natal. Vésperas de dia dos namorados + chuva + Domingo = Impossível andar no shopping. Ao fim de semana, ir ao shopping já é uma aventura. Agora imaginem todos os parzinhos amorosos no shopping de mão dada! Sim, é quase impossível chegar rápido ao destino. Forma-se uma barreira de amor que ninguém tem coragem de quebrar só para passar à frente...

 

Finalmente, com muitos "com licença, obrigada", consegui entrar na fnac e chegar à secção dos livros de educação. São muitos, mas eu queria um livro que me dissesse como agir, que cara fazer, onde pôr os braços, para onde olhar, etc, quando desse uma ordem que quisesse ver cumprida. Encontrei dois que gostei. Além de baratinhos, são fáceis de ler. Confesso que pus logo em prática algumas dicas e resultam.

 

Se alguém se interessar, aqui deixo os links (cliquem na imagem para irem para a página da fnac)!

 

 

publicado por Ana Silva às 12:10
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

Porque vale a pena!


Hoje foi um daqueles dias que valem a pena. E porquê? Porque à Terça-feira é o dia em que vou à "minha" escola. Sou apenas mais uma voluntária que passa algum do seu tempo disponível com miúdos de uma Escola de 2º e 3º clicos que têm, acima de tudo, preguiça de estudar. Mas esta é uma das coisas que mais gosto de fazer. O meu "trabalho" lá ainda é muito recente, no entanto sinto-me tão bem enquanto o faço que me refiro constantemente à escola como "a minha escola". Quando lá chego e vejo caras conhecidas à entrada que me abordam para dar dois beijinhos ou dizerem olá fico mesmo contente e sinto que vale a pena. A minha vontade seria ir lá todos os dias, mas infelizmente isso não é possível, e também não me posso esquecer que sou só uma voluntária.

As tardes lá passam a correr. São, na sua maioria, pessoas muito espontâneas. Perguntam-nos qualquer coisa que se lembrem no momento e as palavras quase não se medem, mas são carinhosos à sua maneira. Com o tempo de convivência a aumentar, sinto que me vão deixando entrar no seu "mundo" e são capazes de me sorrir quando me vêem. Por outro lado, é preciso manter os estatutos bem definidos para que exista sempre um filtro chamado respeito.

A minha aparência e a minha idade são assuntos que os intrigam bastante. Não me recordo de um único dia em que não tenham ficado surpreendidos com o facto de eu ter 20 anos. Aparento um pouco menos, segundo o que me dizem na rua. Desde os meus 15 anos que sempre foi assim. Aos 16 davam-me 15; aos 17 davam-me 15; aos 18 havia quem me desse 15 no máximo (faziam questão de frisar "no máximo"); aos 19 a mesma coisa; aos 20 continuo a ter à volta dos 15. Parece que a minha aparência não se modificou muito, ou se modificou foram pequenos ajustes que não me envelheceram. Segundo o que me contaram hoje, a preocupação de algumas miúdas era: "como é que ela entra na discoteca???". Pois é. Eu nunca me tinha debruçado sobre tal questão porque não sou fã de discotecas. Recordo-me agora que no ano passado fui ao Casino ver "Os melhores sketches dos Monty Phyton" e o porteiro perguntou aos meus pais se eu e a minha irmã tínhamos mesmo no mínimo 18 anos sem tirar os olhos de mim. Ambas respondemos que sim, mas a minha irmã é que era a menor de idade. Imagino que terá ficado na dúvida comigo.
O assunto da idade nunca me preocupou. Ainda agora me rio quando me dão 15 anos. Não me ofende. O que conta é a mentalidade!! (Que frase à "avozinha")

publicado por Ana Silva às 19:32
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